[Comunicação] Releases

Confirmada sexta edição da CryptoRave

*Projeto recebeu mais de 170 inscrições de atividades e um recorde de propostas de especialistas estrangeiros/as.

O financiamento coletivo de 70 mil reais para garantir a realização do maior evento anual aberto e gratuito do mundo para discutir privacidade, segurança e liberdade no contexto digital ainda não acabou. Mas, antes mesmo do prazo final, dia 12 de abril, a CryptoRave já superou a meta de 100% de arrecadação e conta com recursos para confirmar sua sexta edição em São Paulo, entre os dias 3 e 4 de maio.
Seguindo a tradição, serão 36hs de programação ininterrupta para conscientização, formação e desenvolvimento de soluções, políticas e técnicas de privacidade, criptografia e segurança – além de música e arte. A lista de atividades será organizada a partir das propostas de grupos, ativistas, hacker e pesquisadores/as, inscritas online – e que agora passam por processo de seleção para compor a grade final.
Uma análise das 170 propostas submetidas indica um aumento expressivo das atividades geridas por grupos, coletivos e pesquisadores/as estrangeiros/as, que nunca vieram ao país, mas que se mobilizaram diante da ampliação do interesse pelos temas relacionados a privacidade, segurança e liberdade online, no Brasil e na América Latina, e, especialmente, diante do aumento da tensão política.

Programação
Por ser independente de empresas e governos, a CryptoRave é uma referência para pesquisadores/as, ativistas, hackers, desenvolvedores/as, interessados/as e curiosos/as. Gratuita e aberta, a CryptoRave é democrática, com uma programação baseada em propostas de atividades feitas por sua comunidade. O chamado de atividades da CryptoRave 2019 recebeu propostas sobre criptografia quântica, Lei Geral de Proteção de Dados, workshops de segurança para movimentos sociais e comunidades em situação de vulnerabilidade, biohacking, analise do uso de dados por governos, Tor, sistemas operacionais seguros, smart cities, gerenciadores de senhas, oficinas de criptografia básica para iniciantes e uma incrível proposta de Capture The Flag, além de propostas artísticas de live coding e apresentações musicais. O evento é organizado pelo Saravá, Escola de Ativismo, Intervozes, Actantes, Encripta e indivíduos.

*Saiba mais sobre a CryptoRave:
*cryptorave.org
facebook.com/cryptorave
Twitter: cryptoravebr *Contato para imprensa: *imprensacryptorave.org
11 99746-5962 – Marina

Release Tudo encaminhado 2019

*CryptoRave 2019 já tem data e prazo para inscrição de atividades

Evento pode alcançar a marca de maior número seguido de financiamentos coletivos bem-sucedidos.

Os preparativos para o maior evento anual aberto e gratuito do mundo para discutir privacidade, segurança e liberdade no contexto digital, estão prontos. O chamado de atividades e o financiamento coletivo da CryptoRave – encontro com 24hs de programação ininterrupta para conscientização, formação e desenvolvimento de soluções e políticas e técnicas de privacidade, criptografia e segurança – estão no ar. Os próximos dias serão decisivos para a realização do evento que chega a sua 6ª edição, com expectativa de receber um público ainda maior do que as cerca de 3 mil pessoas que acompanharam as atividades em 2018. “A confirmação de presença de diversas especialistas internacionais nos temas abordados, o maior interesse pelo tema no Brasil e na América Latina, bem como a tensão política no país nos faz crer que esta será uma edição ainda maior que as anteriores”, afirma o grupo organizador.

A CryptoRave acontecerá em São Paulo, entre os dias 3 e 4 de maio, mas apenas se as entidades que compõe o núcleo organizador conseguirem apoio para concluir, pelo sexto ano consecutivo, o financiamento coletivo, e bater o próprio recorde de apoios seguidos bem sucedidos na plataforma Catarse. A meta de 2019 é arrecadar R$ 70 mil. “É um ano difícil e sabemos que dependemos da nossa comunidade para alcançar mais essa meta de proporcionar um espaço aberto e que se pretende democrático para todas as pessoas, de diferentes perfis, discutirem privacidade, segurança e liberdade na rede”, afirma o grupo organizador.

Por ser independente de empresas e governos, a CryptoRave é uma referência para pesquisadores, ativistas, hackers, desenvolvedores e para curiosos. Gratuita e aberta, a CryptoRave é democrática, com uma programação baseada em propostas de atividades feitas por sua comunidade, em uma plataforma online. O chamado de atividades da Cryptorave 2019 foi aberto em janeiro e encerrará em 31 de março. Em 2018, foram registradas 156 submissões, até o momento a plataforma recebeu 43 inscrições de atividade.

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Release vai acontecer 2018

CryptoRave chega a 5ª edição em momento crucial para o futuro da privacidade no Brasil

Evento aberto e gratuito, com 24h de programação ininterrupta, acontecerá na Cinemateca Brasileira, com foco na conscientização, formação e desenvolvimento de soluções e políticas de privacidade, criptografia e segurança

O ano de 2018 está repleto de notícias envolvendo a ausência de segurança e de proteção de dados em um ambiente cada vez mais informatizado cuja economia é orientada pela venda de dados pessoais. No início do ano, foi revelado que quase todos os processadores produzidos nos últimos 20 anos são afetados por três graves vulnerabilidades, que colocam em xeque a segurança e, principalmente, a confiança que temos com todos os computadores. Mais recentemente, um denunciante relatou como foi possível, facilmente, coletar perfis de 80 milhões de pessoas para fins de manipulação de opinião política e eleitoral por meio da rede social Facebook.

Neste contexto, diante do desafio de recolocar a privacidade como um direito, que será realizada, nos dias 4 e 5 de maio, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, a 5ª edição da CryptoRave, uma iniciativa da organizações Actantes, Encripta Tudo Unicamp, Escola de Ativismo, Intervozes e Saravá. O evento utilizará os 80 mil reais obtidos por meio de campanha de arrecadação no Catarse, concluída na última sexta-feira, 6 de abril. O tema desta edição será “Um Spectre nos ronda”, uma referência à vulnerabilidade em processadores descoberta recentemente, mas também à massificação dos riscos da vigilância a partir do desenvolvimento de novas formas de coleta e processamento de dados.

Enquanto em Brasília a sociedade civil e ativistas lutam pela aprovação de uma lei geral de dados protetiva para os cidadão, a CryptoRave, na capital paulista, fortalece a abordagem de conscientização acerca dos riscos da coleta e processamento de dados pessoais, oferece educação/treinamento e promove o estímulo ao desenvolvimento de tecnologias de privacidade, bem como sua disseminação. Principal evento de privacidade, criptografia e segurança da América Latina, com uma média de visitação em torno de 3 mil pessoas por edição, a CryptoRave é aberta, gratuita e acessível a todos os públicos.

Por ser independente de empresas e governos, a CryptoRave é uma referência para pesquisadores, ativistas, hackers, desenvolvedores e para curiosos. Gratuita e aberta, a Cryptorave é democrática, com uma programação baseada em propostas de atividades feitas por sua comunidade, em uma plataforma online. O chamado de atividades da Cryptorave 2018 foi aberto em janeiro e encerrado em 31 de março, período em que foram registradas 156 submissões.

Neste ano, a CryptoRave oferecerá 24 horas de palestras, debates, oficinas, jogos, atividades mão-na-massa e colaboração de projeto FLOSS (free/libre/open software/source) envolvendo segurança, vigilância, criptografia, proteção online, ações políticas e de desenvolvimento de tecnologia. Propostas de apresentações artísticas, instalações, exibição de filmes e shows também compõe a grade de programação, que será divulgada no final de abril.

Com o objetivo de garantir a diversidade no evento, a CryptoRave dispõe de uma política anti-assédio e anti-racista, seguindo o firme compromisso de assegurar um ambiente receptivo para mulheres, pessoas LGBTQ e quaisquer outras minorias sociais. Também mantemos uma trilha para apresentar atividades relacionando segurança, privacidade, criptografia e questões de gênero. Ao final dos evento, para selar o entendimento de que privacidade é também uma questão cultural, a ser praticada em rede, acontece uma festa, em local próximo ao da programação regular.

Serviço:

CryptoRave 2018 – Um Spectre nos ronda
Data: 4 e 5 de maio
Local: Cinemateca Brasileira
Endereço: Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino, São Paulo – SP, 04021-070

Saiba mais sobre a CryptoRave:
cryptorave.org
facebook.com/cryptorave
Twitter: @cryptoravebr

Contato para imprensa:
imprensa@cryptorave.org
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Release geral 2018

*CryptoRave chega a seu quinto ano como evento essencial para a vida contemporânea
*
_Evento aberto e gratuito, com 24h de programação ininterrupa foca na conscientização, formação e desenvolvimento de soluções de privacidade, criptografia e segurança
_
O ano de 2018 está repleto de notícias envolvendo a ausência de segurança e de proteção de dados em um ambiente cada vez mais informatizado cuja economia é orientada por dados. No início do ano, foi revelado que quase todos os processadores produzidos nos últimos 20 anos são afetados por duas graves vulnerabilidades, que que colocam em xeque a segurança e, principalmente, a confiança que temos com todos os computadores. Mais recentemente, um denunciante relatou como foi possível, facilmente, construir perfis de 50 milhões de pessoais para fins de manipulação política e eleitoral por meio da rede social Facebook.

Se até este momento alguém ainda não havia entendido que os cidadãos estão vulneráveis, que há uma abismal assimetria de poder entre empresas e usuários na definição do que é adequado e aceitável em termos de coleta e processamento de dados, é bem provável que agora muitos estejam abrindo os olhos.

E, enquanto em Brasília está sendo realizada uma batalha para a aprovação de uma regulação de proteção de dados protetiva para os cidadão, é fundamenal fortalecer também as abordagens de conscientização dos riscos da coleta de dados, bem como oferecer educação/treinamento e promover o estímulo ao desenvolvimento de tecnologias de privacidade e não invasivas.

É neste eixo de atuação – de conscientização, formação e desenvolvimento de soluções – que a CryptoRave se localiza, tendo se consolidado como o principal evento de privacidade, criptografia e segurança da América Latina, aberto, gratuito e receptivo a todos os públicos, com participação de alguns dos principais nomes da área como: Jérémie Zimmermann, Peter sunde, André Meister, James Bamford, Sasha Costanza-chock, Harry Halpin, Eva Galperin, Roy Singham, Micah Anderson, Hervé Falciani, Paulo Barreto, Diego Aranha, Nick Calyx, Anne Roth, Torsten Grote, Sergio Amadeu, David Miranda, entre outros/as..

Por ser um evento com independência de empresas e governos, financiado coletivamente por meio da Internet, a CryptoRave é um espaço de referência para pesquisadores, ativistas, hackers, desenvolvedores e para os curiosos, que querem se iniciar no tema. Por ser gratuita, a Cryptorave é democrática, com uma programação baseada em propostas de atividades feitas por sua comunidade, também por uma plataforma online. Os critérios para avaliação das propostas são: relação com privacidade, segurança e criptografia; diversidade de gênero, geográfica e de formato; inovação e atualidade.

Pelo quinto ano consecutivo, a CryptoRave oferece 24 horas de palestras, debates, oficinas, jogos, atividades mão-na-massa e colaboração de projeto FOSS (free/libre/open software/source). Propostas de apresentações artísticas, instalações, exibição de filmes e shows também são muito bem-vindas e passam a compor, de forma crescente a cada edição, a grade de programação.

Com o objetivo de garatir a diversidade no evento, a CryptoRave dispõe de uma política anti-assédio e anti-racista, seguindo o firme compromisso de garantir um ambiente receptivo para mulheres, pessoas LGBTQ e quaisquer outras minorias sociais. Também mantemos uma trilha para apresentar atividades relacionando segurança, privacidade, criptografia e questões de gênero. Ao final dos evento, para selar o entendimento de que privacidade é também uma questão culturall e em rede, acontece uma Cryptofesta em local próximo ao da programação regular.

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Release CryptoRave 2018 – Esboço 20180326

Release 2018

No início de 2018 foi revelado que quase todos os processadores produzidos nos últimos 20 anos são afetados por duas graves vulnerabilidades : Spectre (variante 1 e variante 2) e Meltdown. Essas recentes vulnerabilidades colocam em xeque a segurança e, principalmente, a confiança que temos com todos os computadores. E, embora tenham sido lançadas atualizações de segurança, elas não mitigam completamente as vulnerabilidade ou se mitigam é com um grande impacto na performance de processamento. Neste contexto, fica ainda mais evidente a necessidade de todas as pessoas pensarem em segurança, privacidade e criptografia e a CryptoRave, que chega a sua 5ª edição, é um espaço privilegiado para isso.

A CryptoRave é um evento aberto e gratuito com o objetivo de disseminar conhecimento e práticas relacionadas à segurança, privacidade e criptografia. Todas as 24 horas de atividades são programadas a partir de sugestões online da comunidade de desenvolvedores, hacker, acadêmicos, ativistas e curiosos. O evento é financiado coletivamente e organizado por voluntários.

Inspirada no movimento internacional das CryptoParties, a CryptoRave é um esforço coletivo para difundir os conceitos fundamentais de privacidade e liberdade na Internet e o uso de ferramentas de segurança digital.

24 horas de conversas, trocas e aprendizagem na área de segurança de comunicação e criptografia.

Em sua 5ª edição, a CryptoRave, se consolida como maior evento de segurança e privacidade da América Latina.

A CryptoRave é um evento organizado de forma voluntária, encabeçado pelos coletivos Actantes, Escola de Ativismo e Saravá, mas realizado colaborativamente por muitos indivíduos.

Para garantir um evento realmente independente, a CryptoRave tem uma política de doações e um ideal onde todas as despesas sejam cobertas por contribuições voluntárias.

Os recursos arrecadados são utilizados única e exclusivamente para a realização do evento. Não há nenhum honorário, cachê ou outra forma de pagamento para a organização ou pessoas convidadas.
Um evento como este, tratando dos temas que trata, não pode ser realizado sem a mobilização distribuída de muitos esforços. Por isso o financiamento é colaborativo e seu apoio fundamental.

O evento deste ano seguirá o mesmo modelo das edições anteriores: financiamento coletivo por plataforma online; organização dos temas da edição em trilhas de discussão, preenchidas por atividade inscritas online; chamado de convidados(as) renomados(as) do Brasil e do mundo na área de segurança; programação de workshops; desafios hackatons e festa na madrugada!

8 ambientes com trilhas temáticas, incluindo Política, Hacking, Gênero e Tecnologia, além do já conhecido Install Fest. E um espaço dedicado às crianças!

Os espaços:

Aaron Swartz // debates e discussões sobre Neutralidade da Rede, Marco Civil e outros temas relacionados à regulamentação da internet

Chelsea Manning // apresentações e palestras sobre os últimos avanços, vulnerabilidades

Edward Snowden // desmistificação e o compartilhamento de técnicas de hacking e exploração dos limites da internet

Alan Turing // oficinas práticas de instalação e uso de ferramentas de comunicação segura, privacidade e proteção de dados

Ada Lovelace // espaço que democratiza o acesso para pessoas que sofrem com a desigualdade de gênero. A criptografia é pra todos os corpos, corações e mentes

Ian Murdock // questões políticas que envolvem privacidade e meios de comunicação.

Install Fest // instalação de sistemas operacionais livres baseados em GNU/Linux (Debian)

CryptoKids // espaço com atividades para crianças sobre segurança e tecnologia livre.

A última edição reuniu mais de 2000 pessoas: hackers, ativistas, cypherpunks de diferentes lugares do mundo, além de pessoas interessadas em apropriar-se de práticas de segurança e de proteção de dados pessoais.

A CryptoRave em 2018 se reafirma como um espaço de encontro plural no qual um público cada vez mais amplo possa se envolver nesta luta pela liberdade na internet.

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CryptoRave abre chamada de proposta de atividades 2018: Um Espectro ronda a todos

No início de 2018 foi revelado que quase todos os processadores produzidos nos últimos 20 anos são afetados por duas graves vulnerabilidades : Spectre (variante 1 e variante 2) e Meltdown. Essas recentes vulnerabilidades colocam em xeque a segurança e, principalmente, a confiança que temos com todos os computadores. E, embora tenham sido lançadas atualizações de segurança, elas não mitigam completamente as vulnerabilidade ou se mitigam é com um grande impacto na performance de processamento. Neste contexto, fica ainda mais evidente a necessidade de todas as pessoas pensarem em segurança, privacidade e criptografia e a CryptoRave, que chega a sua 5ª edição, é um espaço privilegiado para isso.

A CryptoRave é um evento aberto e gratuito com o objetivo de disseminar conhecimento e práticas relacionadas à segurança, privacidade e criptografia. Todas as 24 horas de atividades são programadas a partir de sugestões online da comunidade de desenvolvedores, hacker, acadêmicos, ativistas e curiosos. O evento é financiado coletivamente e organizado por voluntários. Neste semana, começa a primeira etapa deste processo: a chamada para proposição de atividades no site da CryptoRave.

Podem ser inscritas palestras, debates, oficinas, jogos, atividades mão-na-massa e colaboração de projeto FOSS (free/libre/open software/source). Propostas de apresentações artísticas, instalações, exibição de filmes e shows também são muito bem-vindas. DJs também já podem se inscrever para tocar na Cryptofesta que rolará, como nas edições anteriores, ao final do encontro. As incrições vão até dia 24 de março, à meia-noite. Não deixe para a última hora!

Para submeter uma atividade para a CryptoRave 2018, que acontecerá nos dias 4 e 5 de maio, em São Paulo, basta criar uma conta e, em seguida, criar um evento. Quem criou perfil no ano passado, poderá reutilizá-lo. O preenchimento de dados pessoais como nome, sobrenome e sexo são opcionais. Basta um e-mail válido para nos comunicarmos com a pessoa responsável pela inscrição ;)

Os critérios para avaliação das propostas são: relação com privacidade, segurança e criptografia; diversidade de gênero, geográfica e de formato; inovação e atualidade.

Lembrando que não serão aceitas propostas por qualquer outro canal de comunicação da CryptoRave como Twitter e Facebook. Não há compensação financeira pelas atividades aprovadas e não serão aceitas propostas que envolvam merchandising. A CryptoRave oferece infraestrutura para as atividades aprovadas e tenta, ao máximo obter os materiais essenciais a sua realização, mas sem exageros, já que funciona na base do financiamento coletivo e trabalho voluntário.

Com o objetivo de garatir a diversidade no evento, a CryptoRave dispõe de uma política anti-assédio e o firme compromisso de garantir um ambiente receptivo para mulheres, pessoas LGBTQ e quaisquer outras minorias sociais. Também mantemos uma trilha para apresentar atividades relacionando segurança, privacidade, criptografia e questões de gênero. Por isso, se inscrevam!

Entre os temas sugeridos para atividades, estão:

- Análise dos últimos grande vazamento de dados, seus impactos e como se proteger;
- Criptografia do básico ao avançado, sua teoria e implementações;
- Segurança para ativistas e defensores de direitos humanos;
- Segurança para cidadãos e consumidores na era da Informação;
- Gênero e Privacidade: diversidade na segurança digital;
- Denúncias e análise de violações do direito à privacidade e liberdade de expressão;
- Denúncias e análises de como governos violam a privacidade: espionagem e vigilância no Brasil e no mundo;
- Como empresas violam a privacidade: coleta de dados, lucro e direito do consumidor;
- Experiência de (contra) ofensiva: hacking, hacktivismo, hacking das coisas, fuzzing, exploits e segurança ofensiva;
- Segurança e/ou vulnerabilidades em hardware, cripto dispositivos e open hardware;
- Ciberguerra e ativismo cibernético na rede;
- Hardening de sistemas operacionais;
- Soberania computacional, descentralização e federação de redes;
- Dissidentes políticos, denunciantes e vazamentos de informações – sistemas tecnológicos e éticos;
- Sistemas eletrônicos de governos e vulnerabilidades;

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Release para dias de CryptoRave

CryptoRave 2017 – dias 5 e 6 de maio
Este ano o evento teve um número recorde de apoiadores, foram mais de 600, e de número de atividades inscritas (130) – mais do que o dobro de 2016!

Esta é a quarta edição da CryptoRave. Este ano, o evento acontece dias 5 e 6 de maio em São Paulo, na Casa do Povo e no Al Janiah. Além do recorde de pessoas que contribuíram no financiamento coletivo (601), a CryptoRave este ano ainda registrou o dobro de inscrições de atividades – todas enviadas pela web – em relação a 2016. Foram mais de 140 atividades inscritas, organizadas ao longo das 24hs de programação, disponível no site do evento e neste link: migre.me/wyWRW
Entre as pessoas confirmadas para mesas da quarta edição do evento centrado em criptografia, segurança, vigilância digital, privacidade e tecnologias correlatas, está o jornalista norte-americano James Bamford, especialista em agências de vigilância e em ciberguerra. Outra participante internacional é a mexicana Lili Anaz, pesquisadora e ativista em auto-defesa na web e desenvolvedora de tecnologias livres, com perspectiva hackfeminista, no âmbito do Laboratório de Interconectividades.
Também está confirmada a presença da ativista Sasha Costanza-Chock, que leciona Mídia Civil no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Atualmente coordena o DiscoTech, oficinas livres, abertas e multissetoriais para pessoas explorarem, compartilharem e discutirem experiências com vigilância. Nas Discotech as pessoas estudam ferramentas, sistemas e histórias de vigilância e entendem como esses sistemas são direcionados, desproporcionalmente, a pessoas negras, trabalhadoras, imigrantes, ativistas, etc.
Intrigeri, um dos principais desenvolvedores do Tails, sistema operacional seguro que trafega todos os dados pela Rede Tor, utilizado por Edward Snowden para coletar, enviar e revelar ao mundo as práticas de vigilância da Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) norte-americana, também marcará presença na edição 2017 da CryptoRave.
Para atender aos mais diversos públicos, este ano haverá um debate sobre jornalismo investigativo e independente e sua importância para a divulgação das ameaças ao direito à privacidade, com a presença da advogada e ativista Joana Varon, fundadora e diretora da Coding Rights, think tank criado por mulheres brasileiras para debater privacidade, e Andrew Fishman, repórter e editor do website de notícias The Intercept, fundado por Glenn Greenwald, jornalista especialista em privacidade que publicou as denúncias de vigilância massiva pela NSA com base nos documentos da agência coletados por Snowden.

Sobre a CryptoRave
Inspirada no movimento das CryptoParties – eventos para pessoas comuns
aprenderem a usar criptografia forte -, a CryptoRave surgiu no Brasil
como um esforço coletivo para difundir os conceitos, a cultura e as ferramentas
relacionadas à privacidade, segurança e liberdade na Internet. Chegando a sua quarta
edição em 2017, a CryptoRave se consolidou como o maior evento aberto e gratuito
deste tipo no mundo, justamente para ampliar o público que discute estes
temas.
O evento conta com palestras, debates e oficinas para aprofundar
e qualificar o debate sobre a proteção da privacidade na Internet como
um direito e fundamento essencial à democracia. Ao final de 24 horas de
atividades, uma grande festa: a Rave.
O evento é organizado por Actantes, Encripta Tudo, Escola de Ativismo,
Intervozes, Saravá, ativistas e hackers independentes. Em comum, a
defesa do direito à privacidade e do desenvolvimento de tecnologias de
autodefesa em meio ao cenário de coleta massiva de dados.

Serviço
A partir das 19h do dia 05 até as 20h do dia 06 de maio de 2017
Local: Casa do Povo
Endereço: Rua Três Rios, 252 – Bom Retiro, São Paulo – SP
Entrada gratuita
Informações para imprensa
Marina Pita
(11) 99746-5962
pita.marina@gmail.com
Patricia Cornils
(11) 98372-7473
patriciacornils@gmail.com

Saiba mais:
Site oficial:: https://cryptorave.org/
Programação Completa: migre.me/wyWRW
Campanha financeira:: catarse.me/cryptorave2017
Twitter: twitter.com/cryptoravebr?lang=pt
Facebook: facebook.com/cryptorave
Casa do Povo: casadopovo.org.br/index_en.html
Al Janiah: migre.me/wzaMq
Perfis d@s keynotes

James Bamford
Não começou com Snowden e não vai terminar com o Vault7 — sexta-feira, dia 5, às 20h30

James Bamford é colunista na revista Foreign Policy, colaborador da revista Wired, produtor de documentários para a PBS e autor de best-sellers. Ele é amplamente reconhecido pelos seus artigos sobre agências de inteligência dos Estados Unidos, especialmente a secreta National Security Agência (NSA). O New York Times já o descreveu como “o principal jornalista do país sobre assuntos ligados à NSA”. Em um longo perfil, o The New Yorker referiu-se a ele como o “cronista chefe sobre a NSA”. Seu livro mais recente, The Shadow Factory: The NSA from 9/11 to the Eavesdropping on America se tornou um best-seller e foi considerado o livro do ano pelo Washington Post. Esse é o terceiro título de uma trilogia, dando continuidade dos livros The Puzzle Palace (1982) e Body of Secrets (2001), ambos best-sellers do New York Times. Em setembro de 2014, escreveu uma reportagem para a revista Wired, baseada nos três dias que passou em Moscou com o whistleblower Edward Snowden, maior período que um jornalista passou com Snowden em Moscou. Ele também escreve para as revistas New York Review of Books, New York Times, The Atlantic, Harpers, Rolling Stone, entre outras publicações. Em 2006, ele ganhou o National Magazine Award, a maior premiação da categoria na indústria de revistas, por sua reportagem sobre a Guerra do Iraque para a Revista Rolling Stone. Também escreve e produz documentários para a PBS – Public Broadcasting Service, rede de TV Norte Americana, incluindo o The Spy Factory, baseado em seu mais recente livro, que foi nomeado para o Oscar em 2010. Seu mais recente documentário para a PBS foi o “Cyber War Threat”, lançado em Outubro de 2015.

Lili_Anaz e Sasha Costanza-Chock
Resistindo à distopia – Práticas para dialogar com coletivos e pessoas não especialistas para alertar e mobilizar — sábado, dia 6, às 10h30

Lili Anaz é artista, fotógrafa, comunicadora e hacktivista feminista (também habita Liliana Zaragoza Cano). Seus projetos se concentram na intersecção entre arte, corpos, redes, memória, tecnologias, ciberfeminismos, cultura livre, segurança digital, Internet e autodefesas. A 11 do Massacre de Atenco resiste com a Mirada Sostenida. Participou do desenvolvimento criativo de estratégias para dar visibilidade a abusos sistemáticos de derechos humanos e a promoção de sua defesa em organizações e coletivos como o Centro de Derechos Humanos Miguel Agustín Pro Juárez, a Red Nacional de Organismos Civiles “Todos los Derechos para Todas y Todos”, H.i.j.o.s. México, La 72 Hogar-Refugio para migrantes, Indignación, FM4 Paso Libre, IMDEC e VIHas de Vida, em temas como a migração, o deslocamento e o desaparecimento forçado, os abusos trabalhistas das empresas maquiadoras (fábricas de montagem de produtos que se instalaram no México), o feminicídio, a tortura sexual, a violência de gênero, os direitos sexuais, a defesa do território e a censura. Foi parte do colectivo artístico Astrovandalistas. Trabalhou nas Telecomunicaciones Indígenas Comunitarias – Rhizomática. É cúmplice e cofundadora do Laboratorio de Interconectividades.

Sasha Costanza-Chock é uma pessoa acadêmica, ativista, criadora de mídia, e atualmente leciona Mídia Civil no MIT. Tem uma associação com a Faculdade no Berkman-Klein Center for Internet & Society na Universidade de Harvard, filiação da Faculdade com o Open Documentary Lab do MIT e com o Center for Civic Media do MIT, e também criou o Codesign Studio do MIT (codesign.mit.edu). Seus trabalhos focam em movimentos sociais, justiça midiática e design comunitário. O livro de Sasha, Out of the Shadows, Into the Streets: Transmedia Organizing and the Immigrant Rights Movement (Saindo das Sombras, Indo às Ruas: Organização Transmidiática e o Movimento por Direitos de Imigrantes, em tradução livre), foi publicado pela MIT Press em 2014. Membro do conselho da Allied Media Projects (alliedmedia.org), e trabalha/gere a Research Action Design (RAD.cat), uma cooperativa de propriedade dos trabalhadores que usa pesquisa comunitária, organização de mídia transformativa, desenvolvimento tecnológico e design colaborativo para construir a força de movimentos sociais de base.

Release confirmação local, convidados e programação

CryptoRave 2017 está confirmada! dias 5 e 6 de maio

_Este ano o evento bateu recorde de apoiadores, foram mais de 600, e de número de atividades inscritas (130), mais do que o dobro de 2016!
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Após superar a meta de arrecadação e alcançar 116% do valor solicitado em plataforma de financiamento coletivo, a CryptoRave está confirmada e chegará a sua quarta edição. Este ano, o evento acontecerá nos dias 5 e 6 de maio em São Paulo. Além do recorde de pessoas que contribuíram no financiamento coletivo (601), a CryptoRave este ano ainda registrou o dobro de inscrições de atividades – todas enviadas pela web – em relação a 2016. Foram mais de 140 atividades inscritas, organizadas ao longo das 24hs de programação, disponível no site do evento.

Entre as pessoas confirmadas para mesas da quarta edição do evento centrado em criptografia, segurança, vigilância digital, privacidade e tecnologias correlatas, está o jornalista norte-americano James Bamford, especialista em agências de vigilância e em ciberguerra. Outra participante internacional é a mexicana Lili Anaz, pesquisadora e ativista em auto-defesa na web e desenvolvedora de tecnologias livres, com perspectiva hackfeminista, no âmbito do Laboratório de Interconectividades.

Também está confirmada a presença da ativista Sasha Costanza-Chock, que leciona Mídia Civil no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Atualmente coordena o DiscoTech, oficinas livres, abertas e multissetoriais para pessoas explorarem, compartilharem e discutirem experiências com vigilância. Nas Discotech as pessoas estudam ferramentas, sistemas e histórias de vigilância e entendem como esses sistemas são direcionados, desproporcionalmente, a pessoas negras, trabalhadoras, imigrantes, ativistas, etc.

Intrigeri, um dos principais desenvolvedores do Tails, sistema operacional seguro que trafega todos os dados pela Rede Tor, utilizado por Edward Snowden para coletar, enviar e revelar ao mundo as práticas de vigilância da Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) norte-americana, também marcará presença na edição 2017 da CryptoRave.

Para atender aos mais diversos públicos, este ano haverá um debate sobre jornalismo investigativo e independente e sua importância para a divulgação das ameaças ao direito à privacidade, com a presença da advogada e ativista Joana Varon, fundadora e diretora da Coding Rights, think tank criado por mulheres brasileiras para debater privacidade, e Andrew Fishman, repórter e editor do website de notícias The Intercept, fundado por Glenn Greenwald, jornalista especialista em privacidade que publicou as denúncias de vigilância massiva pela NSA com base nos documentos da agência coletados por Snowden.

Sobre a CryptoRave

Inspirada no movimento das CryptoParties – eventos para a troca de chaves de cripotografia – a CryptoRave surgiu no Brasil como um esforço coletivo para difundir os conceitos, a cultura e as ferramentas relacionadas à privacidade e liberdade na Internet. Chegando a sua quarta edição este ano, a CryptoRave se consolidou como o maior evento aberto e gratuito deste tipo no mundo. O evento conta com mesas redondas, palestras e oficinas para aprofundar e qualificar o debate sobre proteção da privacidade na Internet como um direito e fundamento essencial à democracia. Ao final de 24 horas de atividades, uma grande festa fecha a edição deste ano.

O evento é organizado por Actantes, Encripta Tudo, Escola de Ativismo, Intervozes, Saravá e ativistas e hackers independentes, em defesa do direito à privacidade e do desenvolvimento de tecnologias de auto-defesa cidadã em meio ao cenário de coleta massiva de dados. O custeio ocorre por meio de financiamento coletivo e por doações de entidades, seguindo o código de ética disponível no site da CryptoRave.

Serviço:
A partir das 19h do dia 05 até as 20h do dia 06 de maio de 2017
Local: Casa do Povo
Endereço: Rua Três Rios, 252 – Bom Retiro, São Paulo – SP
Entrada gratuita

Informações para imprensa:
Marina Pita
(11) 99746-5962
pita.marina@gmail.com

Saiba mais:
Site oficial:: https://cryptorave.org/
Campanha financeira:: catarse.me/cryptorave2017
Twitter: twitter.com/cryptoravebr?lang=pt
Facebook: facebook.com/cryptorave

Release 2017 – Com Convidados Confirmados

CRYPTORAVE 2017: James Bamford, Intrigeri e Sacha Constanza-Chock confirmados!

Neste momento de profundas mudanças políticas no Brasil e no mundo, de ampliação do controle de narrativas por algoritmos e máximo controle e perseguição das pessoas por meio de coleta e processamento em massa de dados, só uma certeza segue intacta: é preciso disseminar a cultura da privacidade e ampliar o conhecimento das pessoas sobre vigilância e ferramentas para driblá-la. Urgente!

Nesta conjuntura será realizada a CryptoRave 2017. Inspirada no movimento das CryptoParties – eventos para a troca de chaves de cripotografia – a CryptoRave surgiu no Brasil como um esforço coletivo para difundir os conceitos, a cultura e as ferramentas relacionadas à privacidade e liberdade na Internet. Chegando a sua quarta edição este ano, a CryptoRave se consolidou como maior evento aberto e gratuito deste tipo no mundo. O evento conta com mesas redondas, palestras e oficinas para aprofundar e qualificar o debate sobre proteção da privacidade na Internet como um direito e fundamento essencial à democracia.

Realizada em São Paulo, capital, este ano nos dias 5 e 6 de maio na Casa do Povo, a três quadras do metrô Tiradentes, a CryptoRave recebe um público diverso. Ao longo das 24hs é possível encontrar pessoas técnicas, nerds, hackers, ciberativistas, ciberartistas, jornalistas investigativos e cypherpunks de diversas regiões do Brasil e do mundo. A diversidade do público será reforçada este ano, por meio do trabalho voluntário de pessoas que estão organizando caravanas para o evento me vários estados do Brasil. (Para saber mais sobre Caravanas, acesse: crabgrass.riseup.net/cryptorave/caravan...

Três convidad@s internacionais estão confirmad@s: James Bamford, Sacha

O jornalista James Bamford vai fazer a keynote de abertura. Bamford é uma das pessoas que mais conhece a National Security Agency, a NSA, poderosa agência dos Estados Unidos objeto das denúncias sobre vigilância em massa realizadas por Edward Snowden em 2013. Seu livro de 1982, The PuzzlePalace, foi sobre a NSA. Há mais de três décadas, descreveu como a agência funcionava e revelou uma operação de vigilância em massa chamada Operation Shamrock. Aqui, você pode ler um de seus últimos textos, para a Foreign Police.

Sasha Constanza-Chock é uma pessoa acadêmica, ativista, criadora de mídia, e atualmente leciona Mídia Civil no MIT. Seu atual projeto é o DiscoTech, oficinas livres, abertas e multisetoriais para pessoas de todo o tipo (não apenas ativistas e gente de tecnologia!) exploram, compartilham e discutem experiências com vigilância. Nas Discotech as pessoas estudam ferramentas, sistemas e histórias de vigilância e entendem como esses sistemas são direcionados, desproporcionalmente, a pessoas negras, trabalhadoras, imigrantes, ativistas. O objetivo das Discotechs é falar sobre vigilância de nossas atividades cotidianas e, com comunidades, debater estratégias e ferramentas de contravigilância.

Intrigeri é Intrigeri, é desenvolver do Tails, um sistema operacional que pode ser usado por meio de um USB ou DVD em quase qualquer computador e busca ser mais amigável para pessoas menos envolvidas com tecnologia. O Tails fornece uma plataforma para resolver muitas ameaças digitais ao “fazer a coisa certa” por padrão, desta forma foi o sistema operacional que contribuiu para que as revelações de Snowden fossem possíveis.

Veja perfis completos dos três abaixo.

A Cryptorave ganhou proporção nos últimos anos, mas segue organizada voluntariamente e paga da mesma forma: por meio de financiamento coletivo na plataforma Catarse, utilizando a própria web para divulgação. Os recursos arrecadados são utilizados única e exclusivamente para a realização do evento e não há honorário, cachê ou outra forma de pagamento para a organização, organizadores ou pessoas convidadas.

Na CryptoRave 2017 haverá seis ambientes e trilhas temáticas, tratando dos principais temas da atualidade, incluindo Política, Hacking, Gênero e Tecnologia, além da já conhecida InstallFest, em que os computadores das pessoas presentes são libertos de sistemas operacionais não-seguros, e da competição de segurança da informação, tradicionalmente chamada de Capture The Flag. A programação final do evento sai em abril, depois da análise e organização das submissões de projetos e trabalhos, apresentados também pela internet.

A CryptoRave é um evento hacker com festa de verdade. As baladas da CryptoRave contam com música de qualidade, além de projeções temáticas e muita gente na pista – alguns dançando esquisito, é verdade!

Saiba mais em:
Site oficial:: https://cryptorave.org/
Campanha financeira:: www.catarse.me/cryptorave2017
Chamada para Atividades até 31 de março: cpa.cryptorave.org/pt-BR/CR2017/cfp/ses...
Twitter: twitter.com/cryptoravebr?lang=pt
Facebook: www.facebook.com/cryptorave

*Contato para imprensa:
*maremansa@riseup.net
11 99746-5962

James Bamford é colunista na revista Foreign Policy, colaborador da revista Wired, produtor de documentários para a PBS e autor de best-sellers. Ele é amplamente reconhecido pelos seus artigos sobre agências de inteligência dos Estados Unidos, especialmente a secreta National Security Agência (NSA). O New York Times já o descreveu como “o principal jornalista do país sobre assuntos ligados à NSA”. Em um longo perfil, o The New Yorker referiu-se a ele como o “cronista chefe sobre a NSA”. Seu livro mais recente, The Shadow Factory: The NSA from 9/11 to the Eavesdropping on America se tornou um best-seller e foi considerado o livro do ano pelo Washington Post. Esse é o terceiro título de uma trilogia, dando continuidade dos livros The Puzzle Palace (1982) e Body of Secrets (2001), ambos best-sellers do New York Times. Em setembro de 2014, escreveu uma reportagem para a revista Wired, baseada nos três dias que passou em Moscou com o whistleblower Edward Snowden, maior período que um jornalista passou com Snowden em Moscou. Ele também escreve para as revistas New York Review of Books, New York Times, The Atlantic, Harpers, Rolling Stone, entre outras publicações. Em 2006, ele ganhou o National Magazine Award, a maior premiação da categoria na indústria de revistas, por sua reportagem sobre a Guerra do Iraque para a Revista Rolling Stone. Também escreve e produz documentários para a PBS – Public Broadcasting Service, rede de TV Norte Americana, incluindo o The Spy Factory, baseado em seu mais recente livro, que foi nomeado para o Oscar em 2010. Seu mais recente documentário para a PBS foi o “Cyber War Threat”, lançado em Outubro de 2015.

Sasha Constanza-Chock é uma pessoa acadêmica, ativista, criadora de mídia, e atualmente leciona Mídia Civil no MIT. Tem uma associação com a Faculdade no Berkman-Klein Center for Internet & Society na Universidade de Harvard, filiação da Faculdade com o Open Documentary Lab do MIT e com o Center for Civic Media do MIT, e também criou o Codesign Studio do MIT (codesign.mit.edu). Seus trabalhos focam em movimentos sociais, justiça midiática e design comunitário. O livro de Sasha, Out of the Shadows, Into the Streets: Transmedia Organizing and the Immigrant Rights Movement (Saindo das Sombras, Indo às Ruas: Organização Transmidiática e o Movimento por Direitos de Imigrantes, em tradução livre), foi publicado pela MIT Press em 2014. Membro do conselho da Allied Media Projects (alliedmedia.org), e trabalha/gere a Research Action Design (RAD.cat), uma cooperativa de propriedade dos trabalhadores que usa pesquisa comunitária, organização de mídia transformativa, desenvolvimento tecnológico e design colaborativo para construir a força de movimentos sociais de base.

Intrigeri é desenvolver do Tails, sistema operacional livre usado pelo Snowden. Apoia a mudança social libertária através do desenvolvimento e manutenção de softwares para computadores e infraestrutura. Em 2008 começou a desenvolver o Tails: um sistema operacional que pode ser usado por meio de um USB ou DVD em quase qualquer computador e busca ser mais amigável para pessoas menos envolvidas com tecnologia. O Tails fornece uma plataforma para resolver muitas ameaças digitais ao “fazer a coisa certa” por padrão, desta forma foi o sistema operacional que contribuiu para que as revelações de Snowden fossem possíveis. Em 2012, intrigeri se tornou membro do projeto Debian, que desenvolve o sistema operacional livre no qual o Tails é baseado. Além da manutenção dos pacotes de software, também está envolvido nos esforços do projeto Debian como a compilação determinística (reproducible builds) e a criação de proteção para aplicações com o AppArmor. Hoje ele gasta menos tempo trabalhando com desenvolvimento e mais na organização de comunidades em torno dessas ferramentas. Também começou a trabalhar com experiência do usuário e design e busca melhorar a qualidade da colaboração de desenvolvedores e designers. Intrigeri adora pedalar e cuidar de suas rosas.

Release 2017 – 1 – enviado

CRYPTORAVE 2017:: 4ª Edição: Financiamento coletivo e chamada para atividades já começaram

Quando o mundo está de pernas para o ar, a segurança e a privacidade são fundamentais. Vem aí a CryptoRave 2017

Neste momento de profundas mudanças políticas no Brasil e no mundo, de ampliação do controle de narrativas por algoritmos e máximo controle e perseguição das pessoas por meio de coleta e processamento em massa de dados, só uma certeza segue intacta: é preciso disseminar a cultura da privacidade e ampliar o conhecimento das pessoas sobre vigilância e ferramentas para driblá-la. Urgente!

Nesta conjuntura será realizada a CryptoRave 2017. Inspirada no movimento das CryptoParties – eventos para a troca de chaves de cripotografia – a CryptoRave surgiu no Brasil como um esforço coletivo para difundir os conceitos, a cultura e as ferramentas relacionadas à privacidade e liberdade na Internet. Chegando a sua quarta edição este ano, a CryptoRave se consolidou como maior evento aberto e gratuito deste tipo no mundo. O evento conta com mesas redondas, palestras e oficinas para aprofundar e qualificar o debate sobre proteção da privacidade na Internet como um direito e fundamento essencial à democracia.

Realizada em São Paulo, capital, este ano nos dias 5 e 6 de maio na Casa do Povo, a três quadras do metrô Tiradentes, a CryptoRave recebe um público diverso. Ao longo das 24hs é possível encontrar pessoas técnicas, nerds, hackers, ciberativistas, ciberartistas, jornalistas investigativos e cypherpunks de diversas regiões do Brasil e do mundo. A diversidade do público será reforçada este ano, por meio do trabalho voluntário de pessoas que estão organizando caravanas para o evento me vários estados do Brasil. (Para saber mais sobre Caravanas, acesse: crabgrass.riseup.net/cryptorave/caravan...

A Cryptorave ganhou proporção nos últimos anos, mas segue organizada voluntariamente e paga da mesma forma: por meio de financiamento coletivo na plataforma Catarse, utilizando a própria web para divulgação. Os recursos arrecadados são utilizados única e exclusivamente para a realização do evento e não há honorário, cachê ou outra forma de pagamento para a organização, organizadores ou pessoas convidadas.

Na CryptoRave 2017 haverá seis ambientes e trilhas temáticas, tratando dos principais temas da atualidade, incluindo Política, Hacking, Gênero e Tecnologia, além da já conhecida InstallFest, em que os computadores das pessoas presentes são libertos de sistemas operacionais não-seguros, e da competição de segurança da informação, tradicionalmente chamada de Capture The Flag. A programação final do evento sai em abril, depois da análise e organização das submissões de projetos e trabalhos, apresentados também pela internet. As inscrições de atividades para a CryptoRave 2017 estão abertas até dia 31 de março neste link: cpa.cryptorave.org/pt-BR/CR2017/cfp/ses...

A CryptoRave é um evento hacker com festa de verdade. As baladas da CryptoRave contam com música de qualidade, além de projeções temáticas e muita gente na pista – alguns dançando esquisito, é verdade!

Saiba mais em:
Site oficial:: https://cryptorave.org/
Campanha financeira:: www.catarse.me/cryptorave2017
Chamada para Atividades até 31 de março: cpa.cryptorave.org/pt-BR/CR2017/cfp/ses...
Twitter: twitter.com/cryptoravebr?lang=pt
Facebook: www.facebook.com/cryptorave

*Contato para imprensa:
*maremansa@riseup.net
11 99746-5962

Release 2016

CRYPTORAVE 2016:: 3 Edição

Site oficial:: https://cryptorave.org/
Campanha financeira:: www.catarse.me/cryptorave2016

Inspirada no movimento das CryptoParties, a CryptoRave é um esforço coletivo para difundir os conceitos fundamentais de privacidade e liberdade na Internet e o uso de ferramentas de proteção de informações pessoais. São 24 horas de conversas e aprendizagem na área de segurança digital e criptografia, entre os dias 06 e 07 de maio, no Centro Cultural São Paulo.

É o maior evento aberto e gratuito deste tipo no mundo. Na Cryptorave, o público é diverso e inclui técnicos, nerds, hackers, ciberativistas e cipherpunks de diversas regiões e países em um único lugar. O evento conta com mesas redondas, palestras e oficinas para aprofundar e
qualificar o debate sobre proteção da privacidade na Internet como um direito e fundamento essencial à democracia, seu desenvolvimento e as novas ameaças.

Em 2014, na primeira edição, estavam presentes mil pessoas. Já na segunda edição, o número de participantes alcançou 2,5 mil, com ainda maior variedade de culturas e conhecimento sobre privacidade, criptografia, seguranças e direitos na Web.

A popularização de dispositivos móveis, dos pacotes de dados e pontos de Wi-Fi pelas cidades, combinados com o crescente uso das redes sociais para as definições políticas do país amplia a necessidade do debate. Este ano, esperamos um evento ainda maior, com mais trilhas de
conhecimento, convidados internacionais e melhor infraestrutura.

Para alcançar este objetivo, trabalhamos com o modelo de financiamento coletivo na própria web, por meio do site Catarse, para evitar financiamento de grupos interessados em nos desviar do foco do debate. O nosso financiamento é feito exclusivamente para investimento no evento. Os recursos arrecadados são utilizados única e exclusivamente para a melhoria do evento, e não há honorário, cachê ou outra forma de pagamento para a organização, organizadores ou pessoas convidadas.

Para a CryptoRave 2016, estão previstos seis ambientes, com trilhas temáticas, incluindo Política, Hacking, Gênero e Tecnologia além da já conhecida InstallFest. Este ano a novidade é um espaço dedicado a crianças.

Não bastasse, a Cryptorave é um evento hacker que tem festa de verdade. A já famosa festa vai rolar no jardim do CCSP, com música de qualidade em umas das melhores vistas da cidade de São Paulo.

A CryptoRave 2016 receberá as propostas de atividades (palestras, desconferências e oficina) até o dia 04 de abril. Apenas após esta data será possível fechar a programação. Mas já podemos adiantar: será intensa.

A Cryptorave é organizada por:

Logos Coletivos

Release 2014

Cryptorave: 24 horas pela liberdade e privacidade na rede

Evento debate liberdades digitais e ensina criptografia para diversos públicos.

O ano de 2013 foi marcado por um tipo novo de evento social que combina discussões socio-políticas com embates tecno-digitais voltados ao campo da privacidade: a cryptoparty1. Com o objetivo de provocar novas discussões e aprendizados sobre segurança e criptografia, as chamadas cryptoparties (ou Cripto Festas) foram realizadas de modo distribuído, aberto e gratuíto em todo o mundo.

A primeira edição da CryptoParty no Brasil ocorreu em Salvador em novembro de 2013, reunindo cerca de 90 pessoas, e logo em seguida veio a CryptoParty São Paulo, que com um dia todo de programação reuniu mais de 300 participantes no centro da capital paulista. Mas a proposta não parou aí, em 2014 há uma nova ideia de fortalecimento destes debates.

Como remix da proposta inicial, em uma alusão de aprofundamento dos temas e democratização das discussões, haverá em São Paulo a primeira cryptoparty 24 horas, ou, como os organizadores tem tratado, a primeira CryptoRave Brasil 2.

A ser sediada no Centro Cultural São Paulo entre os dias 11 e 12 de Abril, o evento terá uma programação que incluí mais de 30 atividades, entre palestras debates e oficinas.

Os participantes poderão, em diversos formatos, assistir palestras sobre segurança da informação e privacidade, discutir o tema e também conhecer as ferramentas de proteção contra a vigilância praticada por empresas e governos. Que quiser por a mão-na-massa, também poderá levar o notebook para uma instalação completa de sistemas livres na trilha Install Fest Cryptorave.

Não é necessário conhecimento prévio sobre o assunto para participar, mas a programação também conta com atividades técnicas de nível médio e avançado para àqueles que querem mergulhar mais fundo nos desafios, incluindo um desafio hacking pela madrugada chamado “Capture the Flag” (Capture a Bandeira).

A Cryptorave está sendo organizado, desde janeiro de 2014, por diversos atores, entre os quais a iniciativa Actantes 3, entidade de defesa da privacidade e liberdade na rede, o Grupo de Trabalho “Segurança e Privacidade” da rede social livre Saravea4, a Escola de Ativismo5, entre outros colaboradores individuais.

A programação do dia começará dia 11 de Abril às 19h e terminará no dia seguinte, 12/04, às 20h e contará com a realização de oficinas (tutoriais), mesas de debate e desconferências (palestras relâmpago), Install Fest, desafios hacking e videotecagem. O anonimato da rede Tor6, chave pública de criptografia (GPG)7 e OTR (Off The Record)8 são algumas das ferramentas a serem apresentadas e discutidas durante a festa.

As incrições e a programação completa podem ser vistas no site e são totalmente gratuitas.

:: Cryptorave 2014 ::

Site Oficial: cryptorave.org
Email: contato@cryptorave.org

LOCAL: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000 – São Paulo. Próximo a estação Vergueiro do metrô.

Dias e Horários:
Sexta-feira, 11/04 a partir das 19h até sábado, 12/04, 20h.

Referências:
1 www.cryptoparty.in/location
2 cryptorave.org
3 actantes.org.br
4 saravea.net/g/seguranca
5 ativismo.org.br
6 www.torproject.org
7 www.openpgp.org
8 otr.cypherpunks.ca