Combater o Fa$cismo pela Ação Direta

Combater o Fa$cismo Pela Ação Direta
Convidamos todxs para a leitura desse artigo, independente da postura em torno das eleições.

“Já se passaram cinco anos desde as gloriosas e ao mesmo tempo aterrorizadoras manifestações de 2013, e o que vimos é que o pensamento nazi-fascista conseguiu encontrar alguém para se personificar, e com o apoio dos meios de comunicação, da burguesia nacional e internacional, conseguiram propagar o pensamento de ódio contra xs oprimidxs de uma forma assustadora, o que antes era tido como preconceito hoje tem se naturalizado e tem feito parte do cotidiano das relações sociais. Mas dessa vez não é somente a classe merda que defende esse tipo de pensamento, tem atingido a população pobre e periférica também, e o resultado dessa adesão em massa tem sido assassinatos, ameaças e todo tipo de violência as pessoas principalmente do sexo-dissidente, mulheres, negrxs, mas também ativistas e movimentos sociais.”

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Comissão Clandestina Confederativa Editar Título
A ação sindical de base nas ultimas semanas informou a pretenção do PT em seguir em confronto com nosso campo e fortalecer teses antianarquistas, por meio de matérias e contra-argumentações acusam os anarquistas de ser agentes da derrota eleitoreira da Frente Popular-Burguesa. Colam a idéia que o MBL surge durante as jornadas de 2013. Para isso atacam as temidas “Jornadas de Julho”. Anunciam o inicio da manipulação fascista nesse momento. Esquece que J-013 foi precedida por uma forte greve dos professores e uma politização do cenário. Os atos de 2013 tinham como foco a corrupção e a ação de lobistas no Congresso Nacional. Fatos que inclusive ocasionaram a divisão entre os poderes executivo e câmara, aprofundou-se o processo para a reação da direita. A ascensão do movimento popular desencadeou a reação da extrema direita. O reformismo e a democracia foram derrotados pelo fascismo. Os atos de 2013 ocasionaram um avanço nas pautas sociais. Saimos das ruas com duas pautas principais. 90% do Pré-sal para saúde e educação e outra pauta forte, o Fim da PM! A função social do transporte público e o acesso a cidade. A luta pela desmilitarização social ganha uma forte adesão. As jornadas de 2013 foram duramente reprimidas e criminalizadas pelos partidos. As cenas foram de ônibus militar lotado de ativistas presos, ataque ao acampamento dos professores, pessoas mutiladas pela repressão. Processos e judiciarização das pautas. Ativistas presos e populares também detidos. Um deputado denunciou a ação de milícias nos morros cariocas, e após isso se retirou do país, a repercussão nada favorável levou a um “acordão” e o retorno do político. Ativistas tentam refúgio no Uruguai e são lhes negado pelo governo local. Nesse momento entra em cena a juventude apolítica de programa de TV bizarro. Um grupo social formado assistindo Pânico e CQC. O SBT anuncia uma nova âncora de extrema-direita, para o seu jornal diário. Perde espaço o antigo e fiel colaborador Boris Casoi, ex-membro da milícia de extrema-direita CCC. Esse grupo sediado também na rede de Rádio e TV Bandeirantes*, seus programas favoreceram e foram fiéis as candidaturas de jovens de extrema direita. A Rede Record e seus canais satélites realizam o mesmo tipo de ação, tendendo a um conservadorismo político. Seus programas de grande audiência são entrevistas como polêmico deputado conservador, JMB. A Igreja Universal anuncia a formação de uma milícia. Tudo conforme o previsto. Rápidamente a opinião publica é assediada de falsas informações. No submundo das redes sociais emerge uma rede de notícias editadas e falsas. Tudo para manipular os mais ignorantes. Esse setor político é apoiado por Igrejas Evangélicas e Protestantes, nos disparos de mensagens. Igrejas como a Assembléia de Deus a anos já forma uma bancada de evangélicos na Câmara Federal. Católicos conservadores saem das chocadeiras. Monarquistas voltam em algumas cidades. Apoiados por uma rede de empresários e pequenos comerciantes de tendencia conservadora, empresas de Marketing, Propaganda, Dados e sequestro de perfil social são contratadas para promover políticos conservadores e jovens juristas, youtubers, liberais sem formação teórica e miltares se lançam em candidaturas. Esses setores ascenderam no poder estatal. A esquerda eleitoreira errou no plano eleitoral e escolheu candidatos com um péssimo perfil. Não conseguiram implacar uma candidatura. Erraram nas táticas o que permitiu uma vergonhosa derrota nas urnas. O resultado foi candidaturas militares, evangélicas, conservadoras, liberais e tendencias nazifascistas ganhando espaço político. Um clima de violência atinge a oposição eleitoreira e os movimentos sociais permanecem apreensivos. Os alarmes de repressão anunciados pela esquerda são constantes na historia do movimento social. Nenhuma novidade a vista. Infelizmente a tese atual é de destruição do Estado social. A repressão atingirá os quadros dos movimentos sociais. A oposição reformista anuncia um observatório internacional sobre Direitos Humanos no Brasil. O governo liberal-fascista brasileiro estará diretamente vigiado pelas cortes juridicas internacionais, e mais uma outra pauta ligada a segurança e vigilancia que para os ativistas de nada servem. O projeto agora prevê penas de longo prazo para manifestantes, ou seja, apodrecer nas prisões. Tudo se inicia com o anuncio do fim dos direitos trabalhistas e sociais, o fim do compromisso ambiental, o assédio e destruição das áreas rurais, o fechamento de escolas rurais, o isolamento de comunidades camponesas e o retorno de relações de servidão. A Lei da Mordaça mobiliza setores importantes dos professores, e anuncia um período obscuro na educação brasileira. A cultura perde toda a logística, os artistas estão proibidos de se apresentarem em lugares de grande circulação, e o incêndio do Museu Nacional foi louvado pelos conservadores como um marco do início do seu poder. O país pode tender ao atraso total. Recuaremos a uma economia do estágil feudal. As economias concorrentes saltarão e serão um espelho. O perfil político de quem assume o poder Estatal é de um conservadorismo econômico, político e social. Isso servirá apenas aos interesses do imperialismo, da exploração e esgotamento de nossos recursos mineráis e energéticos. Talvez o congresso americano barre uma ação militar na Venezuela, mas a tarefa pode ser cumprida por um governo ligado a industria bélica mundial. Uma guerra pode ser mantida e realizada com grandes emprestimos internacionais. A recompensa do imperialismo vem com a destruição de um povo e a rapinagem de seu território. Ao movimento proletário de emancipação social cabe ocupar os espaços, debater e construir uma comuna coletivizada de produção, arte, autodefesa e cultura, construir e confederar ligas, associações e sindicatos. A promoção do progresso social é uma tarefa a ser realizada e construida pelas organizações da classe produtora, pelas ligas operárias na cidade, pelas ligas camponesas em áreas. As ligas devem fortalecer o sistema de mídias, a distribuição de programas de rádio é uma prioridade. Os comitês de defesa proletárias devem ser ativos no combate a Lei da Mordaça e a militarização. Nossas cooperativas devem ser ativas na produção para o fortalecimento da confederação. Comissão Clandestina Confederativa Novembro 2018