Tijera para Todas: Textos sobre la Violencia Machista en los Movimientos Sociales

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Updated by muzi 2012-11-21
 

A autodefesa de e para mulheres é uma resposta à violência de gênero (página 47)

Somente de e para mulheres devido à socialização que recebemos. Desde o momento em que nascemos somos educadas de uma maneira distinta dependendo se somos consideradas menina ou menino. E a cultura em que crescemos e nos relacionamos também nos percebe e nos determina de uma maneira distinta. Isto se reproduz em todos os âmbitos sociais como a família, a escola, o grupo de colegas, o trabalho, as relações de casal, festas…
Não queremos dizer que todas as mulheres sejam iguais e sim insistir em que há uma identidade feminina criada e imposta socialmente que afirma que somos sensíveis, emotivas, passivas, dóceis, cuidadoras, conciliadoras, fracas, hospitaleiras, sedutoras, heterossexuais, ciumentas, etc, etc.
Somente de e para mulheres porque existe uma bipolaridade de gênero (mulheres/homens). Esta é a realidade na qual vivemos. A partir do momento em que todos os espaços (ou quase) lhe veem como mulher, você está mais sujeira a agressões pelo fato de o gênero masculino dominar e o gênero feminino estar associado a ser dominado – no que diz respeito à força, ao desejo, às necessidades, entre outras coisas.
Esta bipolaridade existe, gostemos ou não. Nós partimos desta base para questioná-la e modificá-la. Modificá-la, por exemplo, mudando as relações entre mulheres que estão muito fragmentadas e dominadas por sua relação com o outro gênero.
Nós entendemos a autodefesa como uma maneira prática e direta de mudar a construção de gênero, a socialização, a identidade feminina, o papel masculino de dominar pela voz e pela força física, de dominar os espaços públicos (ruas, bares,…), o papel feminino do silêncio, da aceitação, da simpatia,…
Questionar tudo isso a partir do cotidiano, de nossas experiências e não de uma base ideológica ou teórica.Buscar a cumplicidade entre mulheres. Isto não tem a ver somente com o que podemos ter em comum pela educação, cultura ou o que seja, mas com o desejo de criar relações distintas entre nós mulheres. Relações distintas daquelas impostas pelo modelo heterossexual. Que não sejam de atração por homens e de competitividade entre mulheres. Que não sejam de comparação entre mulheres e de busca de agradar aos homens.
Encontrar espaços para falar de coisas sobre as quais nos acostumamos a calar, como situações que nos deixam inseguras, atitudes que nos incomodam e não sabemos como enfrentar, não ver claramente muitas vezes o que nos agrada, dúvidas acerca de nossas reações – “não sei se exagerei…”, frustrações – “ gostaria de ter dito/feito…”, medo do conflito, medo da rejeição, priorizar as emoções das outras e não as nossas, dificuldade de não sorrir, a facilidade com que separamos nossas emoções de nosso corpo, desejar bater em alguém mas sentir que não tem a capacidade física para fazê-lo, que alguém lhe toque de uma maneira que não lhe agrada e você, em sua cabeça, tenta não dar importância a isso… a dificuldade que muitas vezes temos de reconhecer nossas potencialidades, a dificuldade de aceitar o que sentimos, a dificuldade de reconhecer agressões cotidianas.

Uma agressão é quando uma mulher se sente agredida.
Não há uma maneira de enfrentar uma agressão.Há muitas maneiras. Tantas como situações, momentos, estados de ânimo. E além do mais, somos todas diferentes sobre como reagimos e queremos reagir.
Em autodefesa, aprendemos juntas estratégias e táticas físicas, verbais, psicológicas para nos defender. Estas são ferramentas que cada uma decide como e quando usar. Você decide como reagir, confiando em si mesma.
Nenhuma defesa é exagerada porque você sabe melhor do que ninguém o que está sentindo e como quer expressá-lo, seja de uma maneira tranquila ou agressiva. O que deve ser questionado são as agressões e não as reações a elas.
Queremos reconhecer e enfrentar atitudes violentas nas outras e em nós mesmas. Dar visibilidade a agressões que não costumamos reconhecer como tais: chantagens emocionais, jogos de poder…Reconhecê-las, rejeitá-las, defender-se.
Para nós, um grupo de autodefesa de e para mulheres permite criar respostas individuais e/ou coletivas às agressões.
É uma alternativa real às instituições e autoridades que querem ter a resposta ou a solução. Não queremos recorrer à polícia, nem a advogados, nem a juízes.
Queremos combater a frustração e a sensação de impotência que podemos sentir ante uma agressão.
Entendemos um grupo de autodefesa como um grupo de afinidade, com a possibilidade de organizar-se e atuar ante agressões.

Perdamos o medo e saquemos a raiva!

Este texto foi publicado no fanzine “de pernas abertas”.

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La autodefensa de y para mujeres es una respuesta a la violencia de género

Sólo de y para mujeres por la socialización que recibimos. Desde el momento en que nacemos
somos educadas de una manera distinta dependiendo de si somos consideradas niña o niño. Y lacultura en que crecemos y nos relacionamos también nos percibe y nos determina de una maneradistinta. Esto se reproduce en todos los ámbitos sociales como la família, la escuela, el grupo decolegas, el trabajo, las relaciones de pareja, fiestas…

No queremos decir que todas las mujeres sean iguales sino más bien remarcar que hay una
identidad fémina criada y impuesta a nivel social que afirma que somos sensibles, emotivas,
pasivas, dóciles, cuidadoras, conciliadoras, débiles, hospitalarias, seductoras, heterosexuales,
celosas, etc, etc.

Sólo de y para mujeres porque existe una bipolaridad de género (mujeres/hombres). Esta es la
realidad en la que vivimos. A partir del momento en que todos los espacios (o casi) te ven comomujer, estás más sujeta a agresiones por el hecho de que el género masculino domina y el génerofemenino se asocia a ser dominado – a nivel de fuerza, de deseo, de necesidades, entre otras cosas más.

Esta bipolaridad existe, nos guste o no. Nosotras partimos de esta base para cuestionarla y
cambiarla. Cambiarla, por ejemplo, cambiando las relaciones entre mujeres que están muy
fragmentadas y dominadas por su relación con el otro género.

Nosotras entendemos la autodefensa como una manera práctica y directa de cambiar la
construcción de género, la socialización, la identidad fémina, el rol masculino de dominar por la
voz y la fuerza física, de dominar los espacios públicos (calles, bares,…), el rol femenino del
silencio, de la aceptación, de la simpatía,…

Cuestionar todo esto a partir del cotidiano, de nuestras experiencias y no de una base ideológica oteórica. Buscar la complicidad entre mujeres. Esto no tiene sólo que ver con lo que podamos tener en común por la educación, cultura o lo que sea pero con el deseo de crear relaciones distintas entre nosotras. Relaciones distintas a las impuestas por el modelo heterosexual. Que no sean de atracción por tíos y de competitividad entre tías. Que no sean de comparación entre tías y de buscar agradar a tíos.

Encontrar espacios para hablar de cosas que solemos callar, como situaciones que nos dejan
inseguras, actitudes que nos molestan y no sabemos como afrontarlas, no tener claro muchas
veces lo que nos apetece, dudas acerca de nuestras reacciones – “no sé si me pasé…”, frustraciones – “me gustaría haber dicho/hecho…”, miedo al conflicto, miedo al rechazo, priorizar las emociones de las otras sobre las nuestras, dificultad en no sonreír, la facilidad con que separamos nuestras emociones de nuestro cuerpo – desear pegar a alguien pero sentir que no tienes la capacidad física para hacerlo, que alguien te toque de una manera que no te apetece y tu, en tu cabeza, intentas no darle importancia…la dificultad que muchas veces tenemos en reconocer nuestras potencialidades, la dificultad en aceptar lo que sentimos, la dificultad de reconocer agresiones cotidianas.

Una agresión es cuando una se siente agredida.

No hay una manera de afrontar una agresión. Hay muchas maneras. Tantas como situaciones,
momentos, estados de ánimo. Y además, somos todas distintas en como reaccionamos y queremos reaccionar.

En autodefensa, aprendemos juntas estrategias y tácticas físicas, verbales, psicológicas para
defendernos. Estas son herramientas que cada una decide como y cuando usarlas. Tú decides
como reaccionar, confiando en ti misma.

Ninguna defensa es exagerada porque tú sabes, mejor que nadie, lo que estás sintiendo y como ló quieres expresar, sea de una manera tranquila o agresiva. Lo que hay que cuestionar son las agresiones y no las respuestas a estas.

Queremos reconocer y afrontar actitudes violentas en las otras y en ti misma. Visibilizar
agresiones que no solemos reconocer como tales: chantajes emocionales, roles de poder…
Reconocerlas, rechazarlas, defenderse.

Para nosotras, un grupo de autodefensa de y para mujeres permite crear respuestas individuales y/o colectivas a agresiones.

Es una alternativa real a las instituciones y autoridades que quieren tener la respuesta o la
solución. No queremos recurrir ni a policía ni a abogados ni a jueces.

Queremos combatir la frustración y la sensación de impotencia que podemos sentir ante una
agresión.

Entendemos un grupo de autodefensa como un grupo de afinidad, con la posibilidad de organizarse y actuar ante agresiones.
Perdamos el miedo y saquemos la rabia !

Este texto fue publicado en 2005 en el fanzine “de pernas abertas”.

 
 

massa. será que já tem uma versão traduzida para o portugues? se não, poderíamos fazer.

 
 

ainda não muziiiiii. xD faz tempo q eu quero. odemos facilmente dividir as tarefas. eu só não comecei sozinha porque soube que as minas de sp tavam traduzindo, o wendo sp… queria saber o que elas tem traduzido. Precisariamos de ajuda de alguém com o catalão também.

 
 

comecei a traduzir outro texto do tijeras “En relación a la acción directa feminista”, mas tava meio sem tempo pra acabar e ele é um pouco mais complicado… se já estiverem traduzindo me avisem pra eu parar. rs

 
 

posso ajudar no español/português

 
 

acabo de traduzir este we.riseup.net/radfembr/por-que-falamos-...

quem quiser mais material sobre sexismo nos movs eu organizei uma coletânea neste zine we.riseup.net/assets/99746/n%C3%A3o%20s... (*para imprimir como zine escolher impressão como folheto ou libreto)

 
 

Quem são as garotas do Wen Do a traduzir? Posso entrar em contato e perguntar. Caso não tenha ido pra frente, já podemos dividir as tarefas, acredito.

Ainda sobre sexismo nos movs. sociais, tem aquele que traduzi da Tamara K. Nopper. Podíamos juntar tudo isso.

 
 

Ahhh, ele tá no zine, acabei de ver! Ficou lindão hein.
Queria substituir todos meus nomes nas traduções por pseudônimos… Queria ter pensado nisso antes, argh.

 
 

Sobre a ação direta feminista (pág.51)

Ao longo dos últimos meses, algumas mulheres tivemos que adequar nosso ócio noturno à realização de ações diretas feministas que consistiram, principalmente, na expulsão (ou tentativa de expulsão) de agressores (concretamente de um agressor, conhecido pelo apelido de Fer) de espaços públicos.
Consideramos legítima esta ação especialmente quando se leva a cabo em um ambiente político, como foi o caso. Ainda assim, durante os dias seguintes, nos deparamos com reações de surpresa, alarme e, em algumas ocasiões, questionamento, assim como algumas interpretações errôneas da ação e de seus objetivos. Isto nos faz pensar que talvez nos últimos tempos, nos movimentos sociais de Barcelona se está perdendo (possivelmente por falta de costume) a sensibilidade feminista que permite compreender em seu contexto e em sua justa medida ações como esta. Por isso gostaríamos de convidar os diferentes grupos a nos acompanhar em uma reflexão sobre o porquê e o como da ação direta feminista.

Por quê?

As agressões sexistas, os assédios, os estupros são formas de opressão patriarcal que ocorrem constantemente em nosso cotidiano e em nossos espaços políticos e se amparam em múltiplos apoios que têm a ver com as inércias sociais como um bom ambiente, o contexto festivo, as drogas e a ideia de que o que ocorre nesses contextos faz parte de um âmbito privado e não político, em que tudo vale. Este conjunto de elementos funciona como legitimador das condutas dos agressores e, portanto, deslegitimador dos possíveis sentimentos de mal-estar, protesto ou resposta da agredida e permite que estas formas de violência continuem silenciadas, minimizadas e continuem produzindo-se cada vez com mais impunidade.

A partir de uma perspectiva antipatriarcal, estes tipos de ações não são casos isolados, mas sim fazem parte de uma forma de violência estrutural e, portanto, exercê-las é exercer uma forma de violência amparada em um privilégio social. Denunciá-las e combatê-las é uma forma de fazer política. Aceitá-las e justificá-las também é então um posicionamento político no sentido oposto.

Como?

Identificando-as, indicando-as, tornando-as visíveis já no momento em que acontecem e não quando suas consequências se manifestam.

Alguns exemplos?

Se em um contexto de festa uma mulher está sendo assediada, primeiro comunica seu mal estar ao agressor incitando-o a desistir de sua atitude. Se este não responde, a mulher comunica o que está acontecendo a seu grupo de afinidade e este, em função do grau de hostilidade do sujeito, insiste para que ele abandone seu comportamento ou diretamente o expulsa do espaço.
Se neste mesmo contexto se produz uma agressão sexista, primeiro se protege a mulher agredida da violência que se está exercendo sobre ela. Uma vez criado um espaço de segurança para a mulher, ela decide como prefere gerir a situação e, a partir daí, sempre em função de seus desejos, se atua de maneiras diversas.

Se, como é o caso que motiva este texto, um grupo de mulheres está em contexto festivo dentro de um espaço político e se encontra nele com o agressor de uma companheira, presente ou não, (isto é irrelevante porque “se mexeu com uma, mexeu com todas”), uma delas se dirige ao agressor e lhe comunica que:

a) Sabe que ele é um violador.

b) Dado que é um violador, sua presença no espaço de luta política que inclui a luta feminista é non grata (é como se Núñez e Navarro estivessem em uma festa em um centro social okupado dançando “Eu sou assim, e assim continuarei, nunca mudarei…”)

c) Ante o anteriormente exposto e a consequente falta de respeito que sua presença supõe para a consciência política dxs presentes, ele deve abandonar o espaço.

Se o agressor expressa sua absoluta recusa em abandonar por seus próprios pés o espaço, o grupo de mulheres passa a fazê-lo abandonar o espaço rapidamente, com o menor prejuízo possível para o resto dxs presentes e explicando sempre às pessoas que organizam a festa e a quem pergunte o que é que está acontecendo e porque.

Esses são só alguns exemplos que esperamos sirvam para ilustrar o porquê e como da ação direta feminista para eliminar as desconfianças e receios que estas ações podem produzir em quem não dispõe de dados suficientes, assim como para que estas dinâmicas se integrem no funcionamento de nossos espaços cotidianos e centros sociais.

Mexeu com uma, mexeu com todxs!

Unas/LasOtras

Se ao longo da leitura deste texto você visualiza a situação e ela te parece estranha ou difícil de compreender, mude o conceito de “sexista” por “racista”, verá como tudo fica mais simples.

 
 

se bem que as feministas negras costumam dizer que essa comparação ou utilização de racismo para entender a questão feminista é meio desrespeituosa….

valeu analusa! Vou dar uma revisada e subo a bloga.

 
 

é… traduzi o texto todo, mas sempre rola de adaptar e cortar partes, só indicar isso na hora de publicar, né. na hora que tava traduzindo pensei q rolava fazer isso qd falam coisas bem específicas do contexto do coletivo em questão e da Espanha, mas faltou inspiração aqui =P
bj

 
 

Nossa, fiquei tão feliz com as traduções! Vai ser bem importante para as compas que não lê espanhol, assim gerar mais debate e contaminar corpos e mentes com ações mais contundentes, como a ponta de uma tesoura! ;)

 
 

elaine! achei um artigo excelente sobre gestão de violência em movimentos sociais, em um jornal anarquista de barcelona. Vou digitalizar e te passar, está mt bom! Vai ajudar bastante a reunir aportes pra fortalecer a justiça feminista nos movimentos sociais, a experiência narrada gera muito alivio porque são as mesmas situações onde mulheres são acusadas de dividir movimentos delicados como os movimentos libertários.

 
 

oi, quem quiser baixar: apoiamutua.milharal.org/2012/08/27/sobr...

 
 

Nossa, que incrivel!
estamos aqui em SP numa grupa de estudos sobre anarcafeminismo&anarquismo. Começamos a 1 mes e vamos pro terceiro encontro, mas pro segundo texto. ainda nos classicos e pesquisas de margareth rago. Mesmo que ja tenha sido lido por algumas de nós, tem sido incrivelmente interessante reler, reinterpretar desde uma nova forma de pensar nossas estratégias e ações. Esses novos textos (ou não tão novos) que to pegando na apoia mutua, será muito importante para discutir temas que outura seguiram sendo quase um tabu nos nossos espaços. E vamo, que vamo! Muito importante tuda essa organização aqui!

 
 

Pessoal também estamos há um mês reunindo algumas mulheres num grupo auto-intitulado Feminismo Libertário. Temos nos reunido e usado alguns textos compartilhados aqui, mas eles tem servido mais como disparadores, não estamos ainda discutindo teoria propriamente dito. Temos criado um espaço seguro de encontro semanal dentro da USP para conseguirmos trocar experiências e ideias de ntervenções artistico-urbanas.
Estávamos sentindo mta falta de um espaço assim na USP que não fosse comando pelos partidos.

Os encontros estão mto bons! e já enviei este pdf pra elas na lista!

Valeu mesmo!

Seguimos! Salud!

 
 

Outra coisa, tem dois blogs rolando:

Material Feminista: materialfeminista.milharal.org

e

Apya Mutua: apoiamutua.milharal.org

ambos estão sendo adminstrados por pessoas aqui desse grupo? se sim, qual é a diferença de proposta entre eles? Pra eu saber o que procurar em cada um :)

Valeu!

 
 

putz que bom saber que estão servindo! Me alegra de verdade, vou pôr mais pilhas para subir o que tenho aqui na minha compu para a bloga, há mais textos. E fazer as versões pdf para baixar de cada postagem.

Por hora eu que to cuidando do apoia mutua. Mas eu tinha proposto que fosse espaço coletivo, deixei a senha com algumas pessoas. Só que acho que por aí precisavamos definir mais os princípios, nem que fizessemos uma reunião virtual. Tem uma postagem na grupa onde tem a apresentação, uma wiki editável, houve uma discussão sobre a linguagem usada, que coloca no feminino, daí não teve consenso. :T

No geral to subindo as contribuições lá, mas que seja feminismo autônomo, anarcafeminista, lésbico, radical, e independentes em geral. Também dar prioridade pra textos que não estão já publicados, e disponíveis, por aí os subimos como lista baixável na aba (página) ‘biblioteca’, que podemos construir e fazer contribuição coletiva.
Eu abri a bloga pra subir as coisas daqui.

O que sei do Material Feminista é que quem o mantém é uma companheira, não posso oferecer mais info, ele não é coletivo ele é gestionado por uma indivídua e é mais específico. Acredito que o material feminista está dedicado à disponibilização de textos mais teóricos e mais conceituais, na corrente do feminismo radical, embora hajam outros textos, eles tem mais haver com discussões dentro do feminismo. O Apoia Mutua vejo que discute a organização e a identidade das mulheres dentro dos movimentos sociais.

Ah queria estar em sp! Agora eu to editando uns materiais pra deixar no Septiembre Negro, um evento anual anarquista, que ocorre em vários espaços sociais (ocupados e outros) aqui em Buenos Aires. Quero ver se deixo aportes feministas nas feiras anarquistas. Mas qualquer coisa que precisem avisem.

Queria ter tempo e agilidade no idioma pra traduzir umas coisas, tem certos textos que vejo como muito importantes para o anarcofeminismo e a discussão de classe. Tem um que to lendo agora se chama “Caliban y la Bruja: Mujeres, Cuerpo y Acumulación Originária” de Silvia Federici, recomendo muito, vou subí-lo aqui. Está em espanhol. E também ‘The Power of Women in the Subversion of Community’ de MariaRosa Dala Costa e Selma James. Este é um clássico e é o melhor análise do trabalho doméstico e da posição de insurreição da mulher.

 
 

Ahh entendi feminist troll1 Valeu pela explicação :)

 
 

hey gurias se kiserem + textos vejam este por ex talvez esteja bueno www.4shared.com/document/64N9Zg8O/Refle...

ou este lmk aki feminismoaqui.tumblr.com/post/641774668...

 
   

galera, vamos pegar pesado na tradução? se cada umx faz um pouquinho terminamos num pulo.
coloquei uma proposta de organização da tradução coletiva aqui: we.riseup.net/radfembr/tijeras-para-todas